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18/10/2014

#3 In Love...

Nas cores do Outono, pela Seaside,
Sim, ainda mora gente por estes lados. Desculpem a falta de tempo.


With  by 
                         

12/10/2014

(33) Book Opinion | Looking For Alaska

"À procura de Alaska" é um livro de John Green, lançado em Portugal em 2013 por Edições Asa. Tem 256 páginas e os seus direitos para adptação ao cinema foram adquiridos por Paramount Pictures. Eis a sua sinopse:

« "Na escuridão atrás de mim, ela cheirava a suor, luz do sol e baunilha, e, nessa noite de pouco luar, eu pouco mais podia ver além da sua silhueta, mas, mesmo no escuro, consegui ver-lhe os olhos - esmeraldas intensas. E não era só linda, era também uma brasa."
Alaska Young. Lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada… e completamente fascinante. Miles Halter não podia estar mais apaixonado por ela. Mas, quando a tragédia lhe bate à porta, Miles descobre o valor e a dor de viver e amar de modo incondicional.
Nunca mais nada será o mesmo. »


À Procura de Alaska
Capa em Portugal 


Foi com o livro "À Procura de Alaska" que John Green se lançou como escritor. Apesar de "A Culpa é das Estrelas" (falei do livro e do filme) ser bastante conhecido, a história de Alaska Young não fica muito atrás, principalmente se pensarmos que os direitos do mesma já foram adquiridos para uma adaptação ao cinema. 
Este livro é um poço de ideias e ideais sobre a vida que nos leva realmente a refletir sobre a nossa e a olhá-la de uma maneira menos petulante e negligente - por momentos, convenci-me que a minha vida é realmente efémera e agora estou aqui mas daqui a horas posso não estar. A escrita e as personagens de John Green têm esse efeito sobre mim. 
Começando pelo inicio, Miles "Pudge" Halter é o protagonista do romance. Com dezassete anos muda-se para o colégio Culver Creek à procura do seu "Grande Talvez". É ai que conhece "Chip "O Coronel" Martin", colega de quarto de Pudge e melhor amigo de Alaska Young, a miúda gira, enigmática e autodestrutiva que capta imediatamente a atenção de Miles. 
À semelhança de "A Culpa é das Estrelas", neste romance os personagens são adolescentes/jovens adultos na minha faixa etária que são demasiado adultos e que falam demasiado bem ("O que deves entender sobre mim é que eu sou uma pessoa profundamente infeliz."). A maneira como Green explora assuntos como a efemeridade da vida, o destino e a utilidade de cada um no mundo e as aplica em cada um destes adolescentes é fantástica mas forçada, na medida em que é normal que haja um jovem de dezassete anos com uma profunda maturidade e conhecimento mas não um grupo deles, concentrados exatamente no mesmo sítio. No entanto, e no geral, física e psicologicamente, as personagens são adequadas e consigo identificar-me com elas.
A história começa por ser cativante, passa a emocionante e depois desaba na pura frustração. As reviravoltas são imprevisíveis assim como as ações perturbadas de Miles e Chip que tentam perceber como perderam o que realmente os uniu: a problemática Alaska.  

“O que é "um instante", de qualquer das formas? Quão longo é um instante? É um segundo? Dez? A dor desses segundos deve ter sido horrível, como o seu coração a explodir e os seus pulmões a colapsarem e não haver ar nem sangue a ir para o seu cérebro, apenas um pânico cru.  Mas que merda é um instante?Nada é um instante. Arroz instantâneo leva cinco minutos, pudim instantâneo uma hora. Duvido que um instante de dor cegante se sinta particularmente instantânea."

With  by 
                         

06/10/2014

Movie Review | Maleficent (2014)


Maléfica (2014) é um filme dirigido por Robert Stromberg e produzido pela Walt Disney Pictures. Protagonizado pela icónica Angelina Jolie, este filme conta o outro lado da história da Bela Adormecida: o lado da vilã - que, no final de contas, se revela tanto vilã como heroína
Maleficent (2014) is a movie directed by Robert Stromberg and produced by Walt Disney Pictures. With Angelina Jolie in the principal character, this movie pretends to share the other side of The Sleeping Beauty story - the side of the villain, which, in the end, reveals to be both villain and heroine.


A minha opinião | My opinion

Maleficent stars to be a lovely fairy -  source


O filme começa por ser narrado por uma mulher de certa idade que pretende contar a história de dois reinos que só podem ser juntos por um grande herói ou por um grande vilão.
Maléfica é um filme que me fascinou desde a ideia até ao final. Não considero que seja um filme perfeito - antes pelo contrário - mas a base do filme e a grande interpretação de Angelina Jolie fizeram deste filme um dos melhores que já vi.

The film begins to be narrated by a woman of a certain age who want to tell the story of two kingdoms that can only be together because of a great hero or a great villain. 
Maleficent is a movie that fascinated me since the idea until to the end of the movie. I do not consider it is a perfect movie - quite the contrary - but the prime idea of the film (the point of view of the villain) and a great interpretation of Angelina Jolie made ​​this movie one of the best I've seen.


01/10/2014

Personal | Universidade, tanta coisa

(Only in portuguese this time)
Têm sido dias completamente exaustivos mas gratificantes na mesma medida. Há sempre coisas para fazer (mesmo que seja ir beber um fino com os colegas porque se têm um furo de duas horas) e até as aulas são algo agradável de se assistir (algumas...  mas tal faz parte de ir para Universidade, tirar um curso de que se gosta, certo?). A minha questão é que... há demasiadas coisas para se fazer! Grupos disto, grupos daquilo, desportos a dar com um pau... e nisto tudo, o que escolher?
Estou indecisa entre duas actividades extra-curriculares pois apesar de conseguir conciliar os horários sei que é demais em termos físicos e até mesmo psicológicos - e também preciso de tempo para estudar (ouvi dizer que é o principal objectivo de estar onde estou). Uma é nova, a outra já pratiquei e tenho saudades. E agora?

With  by 
                         


27/09/2014

Personal | Living Far Away

(Sorry, this time, only in portuguese)

Universidade, para mim, foi sinónimo de mudar de cidade. Acho que dá para perceber que autonomia e outro tipo de independência estão inerentes a esta situação. Apesar de não estar a morar mesmo sozinha (divido a casa com outras quatro pessoas igualmente simpáticas e bonitas), há um todo conjunto de situações que não acontecem da mesma forma que aconteceriam se morasses na tua casinha.

1. A mãe
O meu kit caloiro! 
Por muito que goste do meu pai, é a minha mãe que faz essencialmente falta. Na casa da universidade não tens ninguém que leve a toalha a casa de banho se te esqueceres dela (nunca te esqueças dela!) nem tens aqueles conselhos bestiais sobre como tirar nódoas de vinho das camisolas ou como curar uma constipação com remédio caseiro. Também não tens ninguém para fazer pudins de ovos ou mesmo mandar bocas foleiras.

2. A cama
Por muito que a cama da minha casinha seja isto e aquilo, nada a substitui. A minha cama da universidade tem o dobro do tamanho e o colchão é novo... no entanto, está a quilómetros de distância da confortabilidade da cama da minha casinha.

Vista da minha nova casa...
3. Os peluches
Okay, tenho 19 anos e adoro peluches. Ainda não tive coragem para trazer os meus dois preferidos (um Spongebob super querido que é perfeito como almofada e um Tantor que já me fez muita companhia) mas a verdade é que sabe bem chegar a casinha e eles estarem lá! Ainda não me decidi se os hei-de trazer ou não.


4. As compras
A primeira semana foi complicada, a segunda já correu melhor. Fazer compras para a casa não é fácil mas não é nada que uma hora na cozinha a fazer uma lista das coisas essenciais que fazem falta não resolva. A minha dica é: se tens um supermercado há porta, boa, go for it! Mas se fores como eu, que tenho duas pequenas mercearias há porta de casa e um supermercado a 15 minutos a pé, o meu conselho é que faças o balanço do que vale a pena gastar mais uns cêntimos e andar menos e o que vale realmente a pena andares os tais 15 minutos (no meu caso, quando preciso comprar carne/peixe, vou sempre ao supermercado).

5. Os cereais
Comida saudável
Estabeleci uma relação emocional com cereais. São rápidos de se fazer, de se comer e de se lavar a loiça.


6. Sair com os amigos
Quando moras sozinha não há ninguém a dizer "Não chegues tarde!". E querem saber a verdade? Antes houvesse! Em ambiente académico, sair há noite é muito comum e chegar a casa a más horas é tão comum quanto isso de maneira que... muito poucas horas de sono e muito pouca vontade de estudar (que é só o principal motivo pelo qual estou longe de casa!).


E a tua experiência, está de acordo com a minha?
With  by